Câmara de vereadores se reúne e debate contrato com a Copasa

Câmara aprova, com ressalva, o projeto do contrato com a Copasa

Raynes Furtado. Colaborador.
18/11/2008 - 16h08

Câmara de vereadores se reúne e debate contrato com a Copasa

Os vereadores de Patos de Minas se reuniram na tarde desta segunda, 17 de novembro, para cumprir a pauta de reuniões. A reunião da Câmara Municipal de Patos de Minas aconteceu no prédio da CDL que fica na Rua Dores do Indaiá, 17, uma vez que o prédio do “Palácio dos Cristais” está em reforma.

Na sessão foram discutidos vários temas, entre outros, o Projeto de Lei 2802/08 “Autoriza o Poder Executivo a celebrar convênio com o Estado de Minas Gerais, a fim de estabelecer uma colaboração federativa na organização e prestação dos serviços públicos municipais de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, e dá outras providências”.
 
No dia 12 de Novembro, os vereadores se reuniram no gabinete do prefeito Antônio do Valle, com os secretários e representantes da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), quando iniciaram as discussões para a assinatura do contrato. Ficou acertado que o Executivo enviaria a pauta para o Legislativo para iniciarem os debates para redação do contrato com a Copasa.
 
Durante a reunião, os vereadores João Batista Donizete da Cruz, Batista Miúdo (CUTTMA), e João Bosco de Castro, Bosquinho(CDHC) atentaram seus colegas que ainda perduram algumas dúvidas. “Estaremos autorizando o Executivo a negociar, mas gostaria que fosse mais claro, principalmente para a população que não sabe ainda o valor que será pago para que o esgoto da cidade seja tratado”, reclamou Batista Miúdo.
 
O Projeto de Lei 2802/08 foi aprovado em plenária, com ressalva do vereador João Bosco de Castro que, depois, pediu a palavra e disse que não é contrário, mas a coisa tinha que ser inverso ao que está acontecendo. “Não poderia deixar de fazer algumas pontuações. No meu entendimento o que foi combinado não está acontecendo”, reclamou e continuou, “esse não é o momento para alguns parágrafos que estão escritos aqui” ao se referir à mensagem emitida.
 
Para o gerente distrital da COPASA, Roberto Bretas, a decisão da Câmara é acertada uma vez que o problema é grave e necessita com urgência ser consertado.
 
Quanto à tarifa a ser paga pela população, o gerente explicou para a imprensa que cerca de 45% da população paga taxa mínima, isso seria algo entre R$26,00 ou R$27,00, até que seja feita a estação de tratamento de esgoto. “Essa tarifa é pública e pode ser vista por qualquer pessoa”, disse.